Centro Champalimaud para o Desconhecido, perto da Torre de Belém em Lisboa
fotografia: THE PORTUGAL NEWS ONLINE, Carrie-Marie Bratley, A new ‘Age of Discoveries’ on the banks of the Tagus, 11/2/2012
Vladimir Kush
Vladimir KUSH, Ripples on the Ocean, (Ondulações no Oceano)
Rumi
A vela do navio do ser humano é a fé.
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.
Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.
Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
a forma da andorinha
há no mármore das escadas
entre outras formas
a de uma andorinha
ou talvez da sua sombra
apanhada no chão
em pleno voo
- ou será que foi dali
que ela surgiu?
entre outras formas
a de uma andorinha
ou talvez da sua sombra
apanhada no chão
em pleno voo
- ou será que foi dali
que ela surgiu?
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Projecto Torah do Uganda - Comunidade Judaica no Uganda
A comunidade Judaica Ortodoxa no Uganda, Putti, é composta por cerca de 200 pessoas, das quais cerca de metade têm menos de 13 anos.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
fazer trabalhos debaixo de pancadaria
«Nós cá dentro continuamos a vender pretos e a escravizá-los ao algodão, obrigando-os a fazer trabalhos debaixo de pancadaria, e isto é incrível e espantoso.»
D. Sebastião Soares de Resende, primeiro bispo da diocese da Beira, em Moçambique
D. Sebastião Soares de Resende, primeiro bispo da diocese da Beira, em Moçambique
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Está a chegar
a Primavera e a cada dia
é mais longa a cauda do vestido
e outras as estrelas no seu rasto...
é mais longa a cauda do vestido
e outras as estrelas no seu rasto...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
papéis riscados com letras
EMPTINESS
Forjar na polpa das palavras
a sintonia suculenta do morfema
e sair nu cantando lavras
semeadas na cor do poema
ondulando liberdades e savanas
com olhos molhados de punhais
e vozes quentes de calema.
Vivemos um momento
vazio e frio de sentidos
há, como dizem os ingleses,
uma cruel emptiness, um vácuo
castrado de utopias e sonhos
suspensos, ideais na diáspora...
À varanda pálida dos lábios
sequiosos da alma, rosa aflita,
esta infame e crua certeza:
A POESIA
NÃO SERVE
PARA NADA!
Os poemas, como as cartas de amor
do Campos, o tal louco de muitas pessoas,
(ou o tal Pessoa de muitos loucos)
são papéis riscados com letras...
© by Namibiano Ferreira
Forjar na polpa das palavras
a sintonia suculenta do morfema
e sair nu cantando lavras
semeadas na cor do poema
ondulando liberdades e savanas
com olhos molhados de punhais
e vozes quentes de calema.
Vivemos um momento
vazio e frio de sentidos
há, como dizem os ingleses,
uma cruel emptiness, um vácuo
castrado de utopias e sonhos
suspensos, ideais na diáspora...
À varanda pálida dos lábios
sequiosos da alma, rosa aflita,
esta infame e crua certeza:
A POESIA
NÃO SERVE
PARA NADA!
Os poemas, como as cartas de amor
do Campos, o tal louco de muitas pessoas,
(ou o tal Pessoa de muitos loucos)
são papéis riscados com letras...
© by Namibiano Ferreira
domingo, 5 de fevereiro de 2012
a censura
quer seja púbica quer seja privada ou, se preferirem, quer seja pela frente quer seja pelas costas, é sempre uma facada, os cobardes atacam pelas costas, os valentes pela frente, mas é preferível não ser vítima
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Wisława Szymborska
"Depois de cada guerra alguém tem que fazer a limpeza" Wisława Szymborska (Polónia, 1923 - 2012)
A fotografia veio daqui, onde está também um dos seus poemas traduzido para português.
A fotografia veio daqui, onde está também um dos seus poemas traduzido para português.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)





