![]() |
| Kobayashi, Kiyochika - 1904 ou 1905 |
Vladimir Kush
Vladimir KUSH, Ripples on the Ocean, (Ondulações no Oceano)
Rumi
A vela do navio do ser humano é a fé.
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.
Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.
Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI
Mostrar mensagens com a etiqueta Japão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Japão. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 6 de agosto de 2019
segunda-feira, 29 de julho de 2019
"A Irlanda agora é o Japão" Darach Ó Maoláin
Ireland is now Japan. I see no issue. pic.twitter.com/0Pu4azeDJS— Darach Ó Maoláin (@darachomaolain) July 29, 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
sexta-feira, 27 de abril de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
Risshun - Setsubun da primavera (Japão)
Este desenho está num artigo sobre o antigo ano novo do cristianismo ortodoxo:
«Antigo Ano Novo - outro motivo ou algo mais?»
«Старый Новый год – еще один повод или нечто большее?» Publicado on-line em «Дзержинск.ву» uma publicação bielorrussa. Este é o link.
«Antigo Ano Novo - outro motivo ou algo mais?»
«Старый Новый год – еще один повод или нечто большее?» Publicado on-line em «Дзержинск.ву» uma publicação bielorrussa. Este é o link.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
mundo flutuante
Estampa de Hokusai no site da Biblioteca Nacional de França. Link: aqui.
Mundo flutuante (Ukiyo) foi o nome que os japoneses deram à cultura urbana que se desenvolveu no Japão entre os séc. XVII e XIX. O nome é uma alusão irónica ao triste mundo budista. As estampas japonesas são retratos do mundo flutuante.
Mundo flutuante (Ukiyo) foi o nome que os japoneses deram à cultura urbana que se desenvolveu no Japão entre os séc. XVII e XIX. O nome é uma alusão irónica ao triste mundo budista. As estampas japonesas são retratos do mundo flutuante.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Pestana do Mundo
Fernão Mendes Pinto, Peregrinação.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
analema 2013
Analemma em Kumagaya, Saitama, Japão, às 7 horas da manhã.
Fotografada por Masayuki Shiraishi de 18 de Janeiro de 2013 a 22 de Dezembro de 2013.
Ver aqui
terça-feira, 16 de julho de 2013
O Castelo Ambulante de Uivo
O livro de Diana Wynne Jones "O Castelo Ambulante de Uivo" foi publicado em 1986 e não está traduzido. Ou, pelo menos, não o encontrei traduzido. Estou a ler em inglês. Vi o filme de desenhos animados de Hayao Miyazaki - traduzido como "O Castelo Andante" - há uns anos mas só recentemente é que descobri que tinha sido adaptado de um livro.
A música deste e de outros filmes de Miyazaki é de Joe Hisaishi. Se quiserem ouvir a música que ele compôs para "O Castelo Andante" carreguem aqui.
A música deste e de outros filmes de Miyazaki é de Joe Hisaishi. Se quiserem ouvir a música que ele compôs para "O Castelo Andante" carreguem aqui.
sexta-feira, 22 de março de 2013
arte pública
"mais de 1.500 comunidades no Japão - desde vilazinhas a megacidades - têm tampas de esgoto desenhadas especialmente para mostrar o que faz com que sejam conhecidas"
O blog "Uncovering Japan" (Descobrindo o Japão) tem uma rúbrica chamada "Manhole Monday" que pode ser traduzido como Segunda-feira da Tampa :)
Em português costumamos chamar tampas de esgoto a todas as tampas no chão. Em inglês a palavra "Manhole" - buraco humano!? :) - aplica-se a todos os serviços subterrâneos: esgotos, electricidade, gás, telefone, etc. mas também vale para as tampas que cobrem os acessos a esses subterrâneos e que são mais propriamente denominadas "Manhole cover" - "cover" é que quer dizer tampa.
Esta é uma tampa em Osaka com o castelo e as cerejeiras do parque em flor. Ver aqui.
O blog "Uncovering Japan" (Descobrindo o Japão) tem uma rúbrica chamada "Manhole Monday" que pode ser traduzido como Segunda-feira da Tampa :)
Em português costumamos chamar tampas de esgoto a todas as tampas no chão. Em inglês a palavra "Manhole" - buraco humano!? :) - aplica-se a todos os serviços subterrâneos: esgotos, electricidade, gás, telefone, etc. mas também vale para as tampas que cobrem os acessos a esses subterrâneos e que são mais propriamente denominadas "Manhole cover" - "cover" é que quer dizer tampa.
Esta é uma tampa em Osaka com o castelo e as cerejeiras do parque em flor. Ver aqui.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
bacalhau para crianças
Livro para crianças sobre a cozinha portuguesa é publicado no Japão por uma editora especializada em literatura infantil.
Embaixada Portuguesa em Tóquio no Facebook
Embaixada Portuguesa em Tóquio no Facebook
sábado, 22 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
flor do verão
«Hibaku é uma palavra japonesa que significa "o que teve experiência de uma bomba nuclear". Tipicamente é usada na forma hibakusha que significa "pessoa que sobreviveu a uma bomba nuclear".»
«A flor do aloendro foi designada a flor oficial da cidade de Hiroshima pelo seu notável poder de regeneração. Kiyoshi Hashimoto, director do Jardim Botânico de Hiroshima, explica que depois do desastre, parecia que nada poderia crescer durante pelo menos três décadas. Mas nerium indicum floresceu no ano seguinte! As suas flores encorajaram os cidadãos, e desde então, a cada verão tem consolado as vítimas no seu infortúnio.»
texto em inglês aqui, fotografia e mais informações, também em inglês, aqui
«A flor do aloendro foi designada a flor oficial da cidade de Hiroshima pelo seu notável poder de regeneração. Kiyoshi Hashimoto, director do Jardim Botânico de Hiroshima, explica que depois do desastre, parecia que nada poderia crescer durante pelo menos três décadas. Mas nerium indicum floresceu no ano seguinte! As suas flores encorajaram os cidadãos, e desde então, a cada verão tem consolado as vítimas no seu infortúnio.»
texto em inglês aqui, fotografia e mais informações, também em inglês, aqui
segunda-feira, 25 de junho de 2012
um dia na quinta
«Em Junho eu e os meus amigos do trabalho fomos para Mitaka, que é um subúrbio de Tóquio para passar um dia numa quinta. No Japão ir para uma quinta privada apanhar vegetais e frutas é um dos passatempos típicos da estação. Muitas quintas privadas oferecem este tipo de serviço em que se apanha os próprios vegetais ou frutas e depois paga-se à hora ou consoante a quantidade que se apanha ou come. Há muitos pacotes temáticos como "ichigo gari" - apanhe os seus próprios morangos e também há pacotes gerais em que se vai para uma quinta e se faz o que se quer. Pode-se apanhar qualquer vegetal, desde que esteja pronto, comê-lo ou grelhá-lo numa tenda próxima. Foi essa a viagem que fizemos. Apanhámos e comemos uma quantidade de milho, alho, cebolas, tomates, couves, berinjelas, batatas, etc. e depois trouxemos muitos para casa."
Excerto da entrada de 27 de Outubro de 2011 do Blog Tokioholic
Excerto da entrada de 27 de Outubro de 2011 do Blog Tokioholic
quinta-feira, 14 de junho de 2012
A casa de chá japonesa
A casa de Chá Japonesa (O Restaurante Social) slide pintado à mão publicado por K. Tamamura, 1906
aqui
aqui
terça-feira, 29 de maio de 2012
Seiryu Gongen
![]() |
| "Cem Obras-primas da Pintura Japonesa" Publicado por Shimbi Shoin, Volume 1, 1909 Possivelmente kami (espírito) da árvore Seiryu |
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Hikeda-no-Akaiko
-Agora, uma velha historia commovente; é a historia da camponeza Hikeda-no-Akaiko; e data do século V da nossa era.
O imperador Yuraku vagueava um dia ao longo das margens pittorescas do rio Miwa, quando, á borda do rio, deu fé de uma formosa rapariga, que alli lavava roupa. Ficou encantado. Dirigindo-lhe a palavra, o imperador perguntou-lhe pelo nome; e advertiu-a que nunca se casasse, que esperasse a occasião de ser chamada á corte imperial, onde elle a queria para si.
Hikeida-no-Akaiko, a humilde camponeza, fez a sua reverencia e acquiesceu; e o imperador, após o galanteio, retirou-se, continuando a vaguear por aquelles sitios.
E a humilde camponeza pôs-se a esperar a esperar, a esperar que a chamassem á corte do soberano. Esperou tanto, que esperou até aos oitenta annos, em virginal candura de donzella, recusando vários casamentos vantajosos. Mas, tendo chegado áquella idade, curvada ao peso dos invernos e com os cabellos cor de neve, pareceu-lhe que não deveria esperar mais tempo, dirigindo-se então ao palácio imperial, com alguns presentes para o soberano.
O imperador, que havia esquecido de toda a aventura, ficou surprezo e angustiado de remorsos, quando foi informado d'aquella estranha visitante. Encheu de afagos e benesses a decrépita amorosa, buscando assim consolal-a dos longos infortúnios; do seu punho, dedicou-lhe uma poesia. Mas a velha a nada respondia, nada queria; chorava, chorava e nada mais…
Wenceslau de Moraes, Cartas do Japão III, 2ª Serie - 1911-1913, Sociedade Editora Portugal Brasil, Arthur Brandão & C.ª, Lisboa
Carta de 15 de Novembro de 1912, p. 122 e 123
O imperador Yuraku vagueava um dia ao longo das margens pittorescas do rio Miwa, quando, á borda do rio, deu fé de uma formosa rapariga, que alli lavava roupa. Ficou encantado. Dirigindo-lhe a palavra, o imperador perguntou-lhe pelo nome; e advertiu-a que nunca se casasse, que esperasse a occasião de ser chamada á corte imperial, onde elle a queria para si.
Hikeida-no-Akaiko, a humilde camponeza, fez a sua reverencia e acquiesceu; e o imperador, após o galanteio, retirou-se, continuando a vaguear por aquelles sitios.
E a humilde camponeza pôs-se a esperar a esperar, a esperar que a chamassem á corte do soberano. Esperou tanto, que esperou até aos oitenta annos, em virginal candura de donzella, recusando vários casamentos vantajosos. Mas, tendo chegado áquella idade, curvada ao peso dos invernos e com os cabellos cor de neve, pareceu-lhe que não deveria esperar mais tempo, dirigindo-se então ao palácio imperial, com alguns presentes para o soberano.
O imperador, que havia esquecido de toda a aventura, ficou surprezo e angustiado de remorsos, quando foi informado d'aquella estranha visitante. Encheu de afagos e benesses a decrépita amorosa, buscando assim consolal-a dos longos infortúnios; do seu punho, dedicou-lhe uma poesia. Mas a velha a nada respondia, nada queria; chorava, chorava e nada mais…
Wenceslau de Moraes, Cartas do Japão III, 2ª Serie - 1911-1913, Sociedade Editora Portugal Brasil, Arthur Brandão & C.ª, Lisboa
Carta de 15 de Novembro de 1912, p. 122 e 123
sábado, 23 de julho de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)











.jpg)




