Vladimir Kush

Vladimir KUSH, Ripples on the Ocean, (Ondulações no Oceano)

Rumi

A vela do navio do ser humano é a fé.
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.

Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Trocamos segredos em portas blindadas

Ontem li este anúncio numa montra em Braga. Pura poesia! :) Ainda que as portas blindadas e as coisas que guardam com segredos sejam das mais sólidas e materiais que existem... ;)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A Idade do Mundo

"a pouca certeza que naquele tempo havia da cronologia, (e cômputo) dos anos da criação do mundo, cujo erro alcançou quase o século em que hoje vivemos, de que é bom exemplo a opinião del-Rei D. Afonso o Sábio, que foi na sua e na de muitos o segundo Ptolomeu daquela idade; e segundo as tábuas astronómicas chamadas de seu nome Alfonsinas, contou desde a criação do mundo 5984 anos, constando hoje pelo cálculo universalmente recebido dos melhores e mais diligentes cronólogos que foram, como deixámos assentado, pouco mais de 4000. Havendo pois no cômputo dos tempos uma diferença tão notável como a de 2000 anos, que muito era que os juízos que se formavam acerca do futuro, discorrendo sobre esta suposição, inferissem com falsa, mas bem tirada consequência, que o fim do mundo estava mais perto deles do que nós depois o experimentámos?" Pe. António Vieira, Duração do 5º Império, in Apologia da Coisas Profetizadas, Edições Cotovia, Lisboa, 1994, p. 185, linhas 18 a 29.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A Deusa que Escuta

O seu nome pode ser Guan Yin, Kuan Yin, Kwan-yin, Guanyin, Kannon, Kanzeon, Kuan-shih Yin, entre outros.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Ao contrário

"Ao contrário do que se pensava, uma nova investigação veio agora provar que..." ou "Um novo estudo contraria as anteriores teorias sobre..." Há uma grande quantidade de notícias que começam mais ou menos assim. ;)

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Cometa

Há um cometa visível a olho nu na constelação de Perseu. Vi-o ontem. Não parece um cometa porque não se vê cabeleira, mas há qualquer coisa de difuso em torno do que parece uma estrela. Sou mal tratada no emprego e tenho a casa sujíssima.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Ampulheta metade preta

Era uma vez uma enorme ampulheta que se via de todo o lado e era metade branca e metade preta. Um homem organizou um grande ajuntamento para dizer que a areia caia sempre da metade preta para a metade branca. Toda a gente concordou. Houve muitas palmas e “a areia cai sempre da metade preta” tornou-se um provérbio. Quando a metade branca ficou cheia viraram a ampulheta. Um dia um homem ficou muitíssimo surpreendido ao verificar que, afinal, a areia caia não da metade preta mas na metade preta. Convocou uma reunião para explicar que, com o tempo, o provérbio tinha sido mal transmitido e que a sua forma original era “a areia cai sempre na metade preta”. Toda a gente concordou. Houve muitas palmas e, com o tempo, ora era da ora era na que era considerado um enorme disparate. A maior parte das pessoas não ligava nenhuma e dizia da ou na conforme calhava, só os sábios é que sabiam qual era exactamente a palavra certa e era por isso mesmo que eram sábios. Quem virava a ampulheta não dizia nada.