quarta-feira, 24 de março de 2010

quem me dera não ter razão

Razão, de que me serve o teu socorro?

Mandas-me não amar, eu ardo, eu amo;

Dizes-me que sossegue, eu peno, eu morro.

Bocage (1823-1907)

2 comentários:

  1. A regra é Apolo; o acontecimento é Dioniso... Vivemos à mercê dos dois. A não ser os que atingem o estado zen... Ah como queria... Beijinhos.

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  2. tenho andado a pensar como hei-de responder ao teu comentário, Nivaldete. é difícil porque o que teria a dizer seria longo para comentário.
    digamos que esta dualidade dilacera, e que dilaceramento é a consequência de não prestar culto a Diónisos. julgo compreender melhor as dualidades se pensar nelas como manifestações - da unidade que as gera e põe a girar. e isto já está demasiado longo... beijinhos! :)

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