sábado, 20 de março de 2010

esquecimento

esqueci-me como é que se existe para os outros, o mundo está tão distante... há um calor interno que me sustenta e sonhos que se diluem ou materializam e passam... e há mais qualquer coisa longínqua, muito longínqua, que me diz incompreensivelmente que há noite e dia...

não, não é um relógio, é uma janela... :)

2 comentários:

  1. "como é que se existe para os outros"... Quem sabe?... Sendo como querem que sejamos?... Não os esquecendo, mas lembrando-nos principalmente de nós? Nada disso? Atingindo outra consciência do nosso "si"?... Vejo um Oriente ao longe...
    Muito bom o texto.
    Abraços e bom domingo.

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