Ah, a janela... No lugarejo onde nasci (aquele da pedra...)também havia o costume de se olhar o mundo pela janela. As mulheres como que filmavam as cenas, os passantes (fiquei com vontade de escrever também sobre a janela-em-Nova-Palmeira. Acho que estamos fazendo uma ecologia das memórias... Sobre a pedra de que falas: é estranho que esses seres sejam destruídos, soterrados. Pelo visto,só não não esquecidos... Somos a prova.
Entrei no primeiro capítulo da novela portuguesa Olhos d’Água, na cena dos corre – corre dos portugueses a fugir da África, 8 horas a filmar para sair uns 30 segundos, nem vi a minha cara.
Ah, a janela... No lugarejo onde nasci (aquele da pedra...)também havia o costume de se olhar o mundo pela janela. As mulheres como que filmavam as cenas, os passantes (fiquei com vontade de escrever também sobre a janela-em-Nova-Palmeira. Acho que estamos fazendo uma ecologia das memórias...
ResponderEliminarSobre a pedra de que falas: é estranho que esses seres sejam destruídos, soterrados. Pelo visto,só não não esquecidos... Somos a prova.
Linda lenda...
ResponderEliminarEntrei no primeiro capítulo da novela portuguesa Olhos d’Água, na cena dos corre – corre dos portugueses a fugir da África, 8 horas a filmar para sair uns 30 segundos, nem vi a minha cara.
ResponderEliminarNivaldete:
ResponderEliminar"uma ecologia das memórias de seres de pedra" soa muito bem, é lindo! :)
Jest nas Wielu:
não vi a novela mas conheço mais pessoas que passaram por essas experiências: pelo menos são inesquecíveis... ;)