quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
Diante do mar
Perante linhas que se despenham
numa desarticulação cadenciada
um pensamento, mesmo o mais trivial
coloca-nos no centro de uma tempestade
Um reino subterrâneo
avança a intervalos pela casa fora
emerge muito lentamente
o declive
que para sempre nos separa
Imagina que tudo isto ocorre antes do próximo Inverno
E mesmo ao escurecer estás diante do mar
O mar como nunca antes o viste
José Tolentino Mendonça, O Viajante Sem Sono, Assírio & Alvim, Odivelas, 2009
numa desarticulação cadenciada
um pensamento, mesmo o mais trivial
coloca-nos no centro de uma tempestade
Um reino subterrâneo
avança a intervalos pela casa fora
emerge muito lentamente
o declive
que para sempre nos separa
Imagina que tudo isto ocorre antes do próximo Inverno
E mesmo ao escurecer estás diante do mar
O mar como nunca antes o viste
José Tolentino Mendonça, O Viajante Sem Sono, Assírio & Alvim, Odivelas, 2009
terça-feira, 27 de novembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
terça-feira, 20 de novembro de 2018
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Transformação
Transformação da letra Z visigótica em C de cedilha. Informação na Wikipedia:
File:Visigothic Z-C cedille.png

segunda-feira, 8 de outubro de 2018
astronautas
![]() |
| Bill Anders, Frank Borman e Jim Lovell (Apollo8) ontem à noite |
palavras-chave:
astronomia,
azul,
céu,
ciência,
cultura,
diversidade,
educação,
estados de espírito,
estilos de vida,
histórias,
homens,
máquinas,
movimento,
natureza,
realidade,
trabalho,
universal,
viajar,
vida
terça-feira, 2 de outubro de 2018
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
A cadeira da sereia
Uma princesa de Brest chamada Asenora, era casada com um rei bretão. Quando estava grávida o rei acusou-a de adultério e atirou-a ao mar dentro de um barril. Visitada por um anjo, quando flutuava no mar da Cornualha, deu à luz um filho nas ondas. Deram à costa e sobreviveram. Mais tarde ela fundou uma capela em Zennor. A cadeira da sereia está nesta capela. (Lenda e fotografias na Wikipedia)
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
adultério
«A mais debatida das questões era a do adultério, agora quási desaparecida pela nova moral. Naquele tempo os homens peiteavam as mulheres no sentido de arranjarem amantes, entre os indígenas ricos, a-fim-de eles, apanhando-os em flagrante delito, os obrigarem a pesada multa, a indemnização avultada! A mulher, por motivo de adultério, não é repudiada nem dá causa a divórcio. O criminoso é apenas o amante - o «cahonga» - o desinquietador da mulher alheia, êsse o único a pagar a multa respectiva - o «ucói».No interior de Luanda as questões por este motivo, provocadas propositadamente, não tinham fim, constituíam autêntica praga até a autoridade, com medidas severas, ter posto côbro a esta maneira de vigarizar o próximo.»
Luiz Figueira, «África Bantú Raças e tribos de Angola», Lisboa, 1938
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