sábado, 12 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Viajar em Espanha no final do séc. XIX
Gravura de guia de viagem em Espanha publicado em S. Petersburgo em 1896. p. 27
Online no site da Biblioteca Estatal Russa com o nome de Lenine, Moscovo.
Ver aqui
Online no site da Biblioteca Estatal Russa com o nome de Lenine, Moscovo.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Os navios invisíveis
Winston Churchill, As Minhas Memórias, Volume I, p. 143-144, Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1941
A ortografia não foi actualizada.
"Organizámos, para o começo de 1912, uma grande revista naval em Portland. Flutuaram, ao vento, os pavilhões duma dúzia de almirantes e as flamulas de outros tantos comodoros. Vimos juntar as bandeiras de cento e cincoenta navios. O rei passou quatro dias no meio dos marinheiros. Num desses dias realizaram-se as manobras no meio dum espêsso nevoeiro. Os navios partiram ao mesmo tempo. Invisíveis, ocuparam os seus lugares, no meio das vozes de comando e do ruído sinistro das sereias. Parecia impossível que se não desse qualquer acidente. De repente o nevoeiro dissipou-se e distinguiram-se os alvos distantes; os navios de linha, em fila, surgiam, uns após outros, no meio de clarões e lançavam granadas, no meio dum ruído infernal e de jactos de água.
A esquadra voltou, depois, com os seus três grupos de combate, e os cruzadores e as flotilhas de navios mais pequenos, atrás e à frente. A velocidade atingiu os vinte nós. No rasto dos navios havia longas esteiras de espuma branca. A terra aproximava-se. O perímetro da baía abraçava já aquela formação gigantesca. Na ponte do «Enchantress» os adidos estrangeiros, na minha companhia, lançavam olhares ansiosos. Continuámos a avançar a todo o vapor. Mais cinco minutos e os navios que iam à frente da esquadra fundeariam. Quatro minutos, três minutos e ouviu-se, enfim, o sinal. Tôdas as amarras caíram no mar, ao mesmo tempo. À distância regulamentar de cento e cincoenta metros, os navios pararam. Olhando as extensas filas de navios, havia a impressão de que haviam sido traçadas à régua. Estendiam-se por uma distância de muitas milhas. Os espectadores desta cena estavam pasmados."
A ortografia não foi actualizada.
"Organizámos, para o começo de 1912, uma grande revista naval em Portland. Flutuaram, ao vento, os pavilhões duma dúzia de almirantes e as flamulas de outros tantos comodoros. Vimos juntar as bandeiras de cento e cincoenta navios. O rei passou quatro dias no meio dos marinheiros. Num desses dias realizaram-se as manobras no meio dum espêsso nevoeiro. Os navios partiram ao mesmo tempo. Invisíveis, ocuparam os seus lugares, no meio das vozes de comando e do ruído sinistro das sereias. Parecia impossível que se não desse qualquer acidente. De repente o nevoeiro dissipou-se e distinguiram-se os alvos distantes; os navios de linha, em fila, surgiam, uns após outros, no meio de clarões e lançavam granadas, no meio dum ruído infernal e de jactos de água.
A esquadra voltou, depois, com os seus três grupos de combate, e os cruzadores e as flotilhas de navios mais pequenos, atrás e à frente. A velocidade atingiu os vinte nós. No rasto dos navios havia longas esteiras de espuma branca. A terra aproximava-se. O perímetro da baía abraçava já aquela formação gigantesca. Na ponte do «Enchantress» os adidos estrangeiros, na minha companhia, lançavam olhares ansiosos. Continuámos a avançar a todo o vapor. Mais cinco minutos e os navios que iam à frente da esquadra fundeariam. Quatro minutos, três minutos e ouviu-se, enfim, o sinal. Tôdas as amarras caíram no mar, ao mesmo tempo. À distância regulamentar de cento e cincoenta metros, os navios pararam. Olhando as extensas filas de navios, havia a impressão de que haviam sido traçadas à régua. Estendiam-se por uma distância de muitas milhas. Os espectadores desta cena estavam pasmados."
palavras-chave:
cultura,
educação,
escuta,
estados de espírito,
estilos de vida,
histórias,
homens,
leitura,
ler,
máquinas,
natureza,
nevoeiro,
previsões,
serenidade,
tempo,
trabalho
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
Valdez, Alasca
Escultura de Peter Wolf Toth, 1981 (ver aqui).
É a escultura #40 da Pista dos Gigantes que Sussurram (Trail of the Whispering Giants) que Peter Wolf Toth fez nos Estados Unidos da América e no Canadá em honra dos povos nativos.
A escultura é de madeira de abeto de Sitka (Picea sitchensis) que tem excelentes características acústicas.
A fotografia está no site da Conferência de Teatro da Última Fronteira (Last Frontier Theatre Conference)
Encontrei outra fotografia desta estátua no blog Vivendo No Alasca - A Vida Na Última Fronteira (Living In Alaska - Life in The Last Frontier)
É a escultura #40 da Pista dos Gigantes que Sussurram (Trail of the Whispering Giants) que Peter Wolf Toth fez nos Estados Unidos da América e no Canadá em honra dos povos nativos.
A escultura é de madeira de abeto de Sitka (Picea sitchensis) que tem excelentes características acústicas.
A fotografia está no site da Conferência de Teatro da Última Fronteira (Last Frontier Theatre Conference)
Encontrei outra fotografia desta estátua no blog Vivendo No Alasca - A Vida Na Última Fronteira (Living In Alaska - Life in The Last Frontier)
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
a guerra das laranjas
Em 1801 o exército espanhol, perseguido pelo exército francês, entrou em Portugal e conquistou parte do Alto Alentejo. Foi então que Olivença passou a ser espanhola.
Caricatura de Charles Williams publicada a 22 de Julho de 1801: dois portugueses ajoelhados e aterrorizados são obrigados a assinar um tratado de paz.
Mais informações em português no blogue "As Invasões Francesas".
A imagem está no site do Museu Britânico - com o título «The prince of peace signing the Portugal treaty» e tem informações em inglês.
Caricatura de Charles Williams publicada a 22 de Julho de 1801: dois portugueses ajoelhados e aterrorizados são obrigados a assinar um tratado de paz.
Mais informações em português no blogue "As Invasões Francesas".
A imagem está no site do Museu Britânico - com o título «The prince of peace signing the Portugal treaty» e tem informações em inglês.
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