Uma vez por ano as pessoas de Djenné, Mali, revestem de lama a grande mesquita - o maior e mais antigo edifício de adobe do mundo. O revestimento protege-a das intempéries, as orações são atendidas.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Cristina Mirabilis
A Maravilhosa Cristina (1150-1224) morreu pela primeira vez aos 22 anos. Na missa antes do funeral elevou-se até ao tecto. Quando desceu disse que não podia suportar o cheiro dos pecadores e contou que tinha estado no Purgatório, no Inferno e no Paraíso. Que tinha voltado à vida por amor, para libertar os pecadores. Viveu depois uma vida tão fora do comum que lhe chamaram Cristina Admirável.
Ilustração de Melissa West (2010) - Saint Christina the Astonishing.
Detalhes sobre a vida de Cristina (em inglês) aqui.
Ilustração de Melissa West (2010) - Saint Christina the Astonishing.
Detalhes sobre a vida de Cristina (em inglês) aqui.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
ordenha
Imagem encontrada aqui
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cultura,
estados de espírito,
estilos de vida,
fecundidade,
fertilidade,
ficção,
fluxo,
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ideias,
natureza,
poesia,
trabalho
terça-feira, 21 de julho de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
A vida das árvores à noite
Desenho no livro "A vida das árvores à noite" (The night life of trees) ilustrado por artistas da tribo Gond, Índia central. A história é sobre a crença do povo Gond na vida espiritual das árvores à noite.
Tara Books, 2006
O poema é de Rainer Maria Rilke, o primeiro dos Sonetos a Orfeu (1923):
Uma árvore subiu. Pura ascensão!
Oh, Orfeu canta! Árvore alta no ouvido!
E tudo se calou. Mas mesmo a suspensão
era aceno, mudança, outro sentido
de começar. Do bosque iam saindo
bichos silentes, de covil ou ninho,
e não era já - viu-se - ardil mesquinho
ou susto que os calava: estavam, vindo,
só para ouvir. Mugido, berro, grito
era pequeno em cada peito aflito.
E onde havia abrigo ou choça escura
de acesso pra aceitar em ânsia pura,
postes que o som pudesse sacudir, -
ali criaste tu templos no ouvir.
Rainer Maria Rilke, Poemas As Elegias de Duíno e Sonetos a Orfeu (Prefácio, Selecção e Tradução de Paulo Quintela), p. 233, O Oiro do Dia, Porto, Setembro de 1983
Tara Books, 2006
O poema é de Rainer Maria Rilke, o primeiro dos Sonetos a Orfeu (1923):
Uma árvore subiu. Pura ascensão!
Oh, Orfeu canta! Árvore alta no ouvido!
E tudo se calou. Mas mesmo a suspensão
era aceno, mudança, outro sentido
de começar. Do bosque iam saindo
bichos silentes, de covil ou ninho,
e não era já - viu-se - ardil mesquinho
ou susto que os calava: estavam, vindo,
só para ouvir. Mugido, berro, grito
era pequeno em cada peito aflito.
E onde havia abrigo ou choça escura
de acesso pra aceitar em ânsia pura,
postes que o som pudesse sacudir, -
ali criaste tu templos no ouvir.
Rainer Maria Rilke, Poemas As Elegias de Duíno e Sonetos a Orfeu (Prefácio, Selecção e Tradução de Paulo Quintela), p. 233, O Oiro do Dia, Porto, Setembro de 1983
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