sexta-feira, 19 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
chocolate de São Tomé com passas e aguardente
comprei porque é de São Tomé e gostei da embalagem, provei e gostei muito, fica o link
sim, é publicidade grátis, só ganho o prazer de dizer que gosto :)
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Uma visão de Maomé lendo o Masnavi de Rumi - Biblioteca «The Morgan»
Muhammad terá vivido no final do séc. VI e início do séc. VII. Rumi no séc. XIII. Também se diz que Muhammad era analfabeto.
Esta imagem ilustra um livro do séc. XVI e suponho que prova que o que é considerado importante numa época pode não ter interesse nenhum noutra.
A Vision of Muhammad Reading Rumi’s Masnavi | The Morgan Shop | The Morgan Library
Esta imagem ilustra um livro do séc. XVI e suponho que prova que o que é considerado importante numa época pode não ter interesse nenhum noutra.
A Vision of Muhammad Reading Rumi’s Masnavi | The Morgan Shop | The Morgan Library
segunda-feira, 1 de junho de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
As mulheres belas
Estão as mulheres belas sentadas ou se movem, e umas são velhas, outras novas,
E são belas as novas - mas as velhas são ainda mais belas do que as novas.
Walt Whitman, Fôlhas de Erva, Lisboa, 1943, p. 12, ANTOLOGIA, Introdução aos Grandes Autores
Edição de Autor de Agostinho da Silva, está on-line aqui.
E são belas as novas - mas as velhas são ainda mais belas do que as novas.
Walt Whitman, Fôlhas de Erva, Lisboa, 1943, p. 12, ANTOLOGIA, Introdução aos Grandes Autores
Edição de Autor de Agostinho da Silva, está on-line aqui.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
sábado, 16 de maio de 2015
Soneto a um livro

A um livro
No silêncio de cinzas do meu Ser
Agita-se uma sombra de cipreste,
Sombra roubada ao livro que ando a ler,
A esse livro de mágoas que me deste.
Estranho livro aquele que escreveste,
Artista da saudade e do sofrer !
Estranho livro aquele em que puseste
Tudo o que eu sinto, sem poder dizer !
Leio-o, e folheio, assim, toda a minh’alma !
O livro que me deste é meu, e salma
As orações que choro e rio e canto !...
Poeta igual a mim, ai quem me dera
Dizer o que tu dizes !... Quem soubera
Velar a minha Dor desse teu manto !...
Florbela Espanca, SONETOS, p. 32, Edição Integral, Livraria Tavares Martins, Porto, 1960
Este livro tem fotografias. Esta está ao lado deste soneto e encontrei-a aqui. Suponho que seja Florbela com o irmão no final do séc. XIX / início do séc. XX.
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