quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
fiz um nascer do sol em bronze
Museu do Louvre, Antiguidades Orientais, Irão, Sit Shamshi
bronze, séc. XV - XII a.C.
Inscrição: "Eu Shilhak-Inshushinak, filho de Shutruk-Nahhunte, servidor bem-amado de Inshushinak, rei de Anshan e de Susa (...), fiz um nascer do sol em bronze."
bronze, séc. XV - XII a.C.
Inscrição: "Eu Shilhak-Inshushinak, filho de Shutruk-Nahhunte, servidor bem-amado de Inshushinak, rei de Anshan e de Susa (...), fiz um nascer do sol em bronze."
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
não sei
Esta estatueta de bronze está no Museu Nacional da Islândia. Foi desenterrada em 1815 ou 16 no Norte da Islândia e datada, por razões de estilo, de cerca do ano 1000 d.C..
Os islandeses julgam que pode ser Þór (Thor) com o martelo, ou então Cristo com a cruz.
Os islandeses julgam que pode ser Þór (Thor) com o martelo, ou então Cristo com a cruz.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
a procissão dos caracóis
desliga-se a electricidade
e acendem-se as cascas de caracóis cheias de azeite,
com um pavio,
colocadas em montinhos de areia ao longo do caminho da procissão nocturna
Património Imaterial
e acendem-se as cascas de caracóis cheias de azeite,
com um pavio,
colocadas em montinhos de areia ao longo do caminho da procissão nocturna
Património Imaterial
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
poesia vietnamita
A língua vietnamita é tonal e a poesia, além da rima, usa também os tons; neste poema as palavras francesas são inseridas no esquema.
Lý Lãng Nhân que escreveu a "Introdução à Poesia Vietnamita" onde este poema é citado, diz que é a história do crime que a personagem principal sofreu às mãos da sua ex-mulher tal como ele o conta a um chefe da polícia francesa:
..............................
Jouer la carte luy? ðánh bài,
Perdu cu?a moa? mô.t hai tram ðô`ng.
Fini l'argent lu?y dong.
Parti ðuo`ng lô. lâ´y chô`ng Hàng Sao.
Thua buô`n malade moa? ðau,
Ne pas dormir nhu~ng thao thúc hoài.
Vô Danh
Jogar às cartas era o que ela fazia
e perdeu muitas centenas de piastras do meu dinheiro.
Então deixou-me pobre,
e foi para Hàng Sao para arranjar marido.
Deste infortúnio fiquei tão doente
que perdi completamente o sono.
Anónimo
Lý Lãng Nhân que escreveu a "Introdução à Poesia Vietnamita" onde este poema é citado, diz que é a história do crime que a personagem principal sofreu às mãos da sua ex-mulher tal como ele o conta a um chefe da polícia francesa:
..............................
Jouer la carte luy? ðánh bài,
Perdu cu?a moa? mô.t hai tram ðô`ng.
Fini l'argent lu?y dong.
Parti ðuo`ng lô. lâ´y chô`ng Hàng Sao.
Thua buô`n malade moa? ðau,
Ne pas dormir nhu~ng thao thúc hoài.
Vô Danh
Jogar às cartas era o que ela fazia
e perdeu muitas centenas de piastras do meu dinheiro.
Então deixou-me pobre,
e foi para Hàng Sao para arranjar marido.
Deste infortúnio fiquei tão doente
que perdi completamente o sono.
Anónimo
terça-feira, 20 de setembro de 2011
hatzegopteryx
a navegar na net encontrei o "phorusrhacids" e, querendo saber mais sobre ele, encontrei este: é o "hatzegopteryx"
o desenho está assinado mas (ainda) não consegui saber de quem é
o desenho está assinado mas (ainda) não consegui saber de quem é
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
desenhar com areia
O autor deste blog (carregue para ver mais fotografias) diz que "Vagueou pelo Mosteiro de Gandan (Mongólia, Ulaan Baatar) e visitou o Templo Kalachakra, onde os monges estão a criar a Mandala Kalachakra preparada para a Cerimónia Kalachakra que começa a 7 de Maio e continua até 29 de Maio (em 2009). A mandala mesma, feita de areia de várias cores, demora mais ou menos seis dias a criar. É baseada na Mandala Kalachakra tridimensional encontrada em Kalapa, capital do Reino de Shambhala, que é ela própria baseada na Stupa de Dhanyakataka onde, de acordo com a tradição, Buda ensinou o Tantra Kalachakra a Suchandra, o primeiro dos 32 Reis de Shambhala."
Feita com areia a mandala representa a impermanência, basta um sopro para a destruir e é de facto destruída no final das cerimónias. Carregar aqui para ver a destruição cerimonial de uma mandala pelo Dalai Lama e outros monges.
Aqui, parte do documentário "Roda do Tempo" de Werner Herzog
Feita com areia a mandala representa a impermanência, basta um sopro para a destruir e é de facto destruída no final das cerimónias. Carregar aqui para ver a destruição cerimonial de uma mandala pelo Dalai Lama e outros monges.
Aqui, parte do documentário "Roda do Tempo" de Werner Herzog
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
A verdade não está no julgamento, o julgamento acrescenta-se à verdade.
A verdade não está no julgamento, o julgamento acrescenta-se à verdade.
Somos livres de julgar ou não - jugar :)
Para além do bem e do mal não está a morte de Deus mas a origem da origem, não manifesta.
A água chega à fonte,
a origem da água vem detrás da fonte,
se conheceres bem
podes adivinhar os veios e as cavernas
da água subterrânea,
ou das águas subterrâneas,
como te soar melhor.
A mente vive a vida do corpo consciente
e inconscientemente.
E isto é inevitável.
O que é quase sempre evitável é sofrer.
No entanto gostamos de drama e agitação,
sem os quais a vida não tem sabor.
Porém
sabemos
que o valor da água para quem tem sede
é o mais alto valor.
Não procures o valor onde ele não está.
Procura-o onde é.
Agora. Sempre. Ou,
se quisermos, nunca.
Porque o nunca é a origem da origem.
Somos livres de julgar ou não - jugar :)
Para além do bem e do mal não está a morte de Deus mas a origem da origem, não manifesta.
A água chega à fonte,
a origem da água vem detrás da fonte,
se conheceres bem
podes adivinhar os veios e as cavernas
da água subterrânea,
ou das águas subterrâneas,
como te soar melhor.
A mente vive a vida do corpo consciente
e inconscientemente.
E isto é inevitável.
O que é quase sempre evitável é sofrer.
No entanto gostamos de drama e agitação,
sem os quais a vida não tem sabor.
Porém
sabemos
que o valor da água para quem tem sede
é o mais alto valor.
Não procures o valor onde ele não está.
Procura-o onde é.
Agora. Sempre. Ou,
se quisermos, nunca.
Porque o nunca é a origem da origem.
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