Vladimir Kush

Vladimir KUSH, Ripples on the Ocean, (Ondulações no Oceano)

Rumi

A vela do navio do ser humano é a fé.
Quando há uma vela, o vento pode levá-lo
A um lugar após outro de poder e maravilha.
Sem vela, todas as palavras são ventos.

Jalāl-ad-Dīn Muhammad RUMI




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

desenhar com areia

O autor deste blog (carregue para ver mais fotografias) diz que "Vagueou pelo Mosteiro de Gandan (Mongólia, Ulaan Baatar) e visitou o Templo Kalachakra, onde os monges estão a criar a Mandala Kalachakra preparada para a Cerimónia Kalachakra que começa a 7 de Maio e continua até 29 de Maio (em 2009). A mandala mesma, feita de areia de várias cores, demora mais ou menos seis dias a criar. É baseada na Mandala Kalachakra tridimensional encontrada em Kalapa, capital do Reino de Shambhala, que é ela própria baseada na Stupa de Dhanyakataka onde, de acordo com a tradição, Buda ensinou o Tantra Kalachakra a Suchandra, o primeiro dos 32 Reis de Shambhala."

Feita com areia a mandala representa a impermanência, basta um sopro para a destruir e é de facto destruída no final das cerimónias. Carregar aqui para ver a destruição cerimonial de uma mandala pelo Dalai Lama e outros monges.

Aqui, parte do documentário "Roda do Tempo" de Werner Herzog

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A verdade não está no julgamento, o julgamento acrescenta-se à verdade.

A verdade não está no julgamento, o julgamento acrescenta-se à verdade.
Somos livres de julgar ou não - jugar :)
Para além do bem e do mal não está a morte de Deus mas a origem da origem, não manifesta.
A água chega à fonte,
a origem da água vem detrás da fonte,
se conheceres bem
podes adivinhar os veios e as cavernas
da água subterrânea,
ou das águas subterrâneas,
como te soar melhor.
A mente vive a vida do corpo consciente
e inconscientemente.
E isto é inevitável.
O que é quase sempre evitável é sofrer.
No entanto gostamos de drama e agitação,
sem os quais a vida não tem sabor.
Porém
sabemos
que o valor da água para quem tem sede
é o mais alto valor.
Não procures o valor onde ele não está.
Procura-o onde é.
Agora. Sempre. Ou,
se quisermos, nunca.
Porque o nunca é a origem da origem.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sincero e genuíno Dezembro

«Ao cair de uma tarde de Dezembro, de sincero e genuíno Dezembro, chuvoso, frio, açoutado do sul e sem contrafeitos sorrisos de Primavera (...)»

Primeira frase de "A Morgadinha dos Canaviais" de Júlio Dinis, publicado em 1868

a fotografia é de Violinda Medina no papel de Morgadinha, em 1933

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Karl Bodmer

(1809 - 1893)

Acampamento dos Barrigas Grandes nas Pradarias (Camp of the Gros Ventres on the Prairies)

A 5 de Agosto de 1833 o barco Flora acostou na margem oposta a um acampamento de cerca de duzentos tipis do povo A'ani ou A'aninin (também chamados Gros Ventres ou Atsina). As pessoas dirigiram-se entusiasticamente para o barco querendo fazer negócios.

Ver a imagem e ler em inglês aqui.

Karl Bodmer, suíço, foi contratado pelo príncipe alemão Maximilian zu Wied-Neuwied para o acompanhar numa viagem ao Rio Missouri, na América do Norte, e pintar imagens das diferentes tribos que fossem encontrando.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

chapéu de bobo

esta imagem está no Flickr sem mais explicações mas pertence a um álbum que se chama "A Tempestade" e parece estar relacionada com a pesquisa para a montagem da peça de teatro de Shakespeare.


 
"Nosce Te Ipsum" significa "Conhece-te a ti mesmo"

terça-feira, 6 de setembro de 2011

a valsa


tradução do texto em inglês que acompanha a mesma imagem aqui:

"A Valsa", caricatura de Le Bon Genre, Paris, 1801 (provavelmente a caricatura original: neste tempo a Valsa era desconhecida em Inglaterra, e na Alemanha e França ainda não tinha perdido inteiramente as suas conotações de ser uma dança camponesa alemã)

Esta imagem é apresentada como exemplo de Incríveis e Maravilhosas (Incroyables et Merveilleuses) aqui.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

um grande tubarão branco estava no ar

«A especialista de campo Dorien Schroder e outros seis tripulantes atiravam sardinhas ao mar para atrair tubarões e, desta forma, fazer fotos de suas barbatanas dorsais para identificar cada um deles e estimar quantos tubarões vivem na baía da região.

"Geralmente, quando fazemos isto, um certo número de tubarões fica em volta do barco", disse à BBC Schroder, que faz pesquisas para a organização Oceans Research, como parte do Projeto Grande Tubarão Branco.

"Foi quando ouvi um barulho e, quando me virei, um grande tubarão branco estava no ar, logo acima de uma das minhas estagiárias."»

para ler a notícia (BBC Brasil, 21 de julho, 2011) carregar aqui