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quinta-feira, 10 de agosto de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Pestana do Mundo
Fernão Mendes Pinto, Peregrinação.
palavras-chave:
cultura,
diversidade,
educação,
estilos de vida,
histórias,
Japão,
leitura,
linguagem,
movimento,
natureza,
poesia,
trabalho,
viajar,
vida
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Goa, 1831
William Miller, aguarela.
O Forte Aguada foi construído pelos portugueses em Goa entre 1609 e 1612.
Encontrado em «Rare Book Society of India»
O Forte Aguada foi construído pelos portugueses em Goa entre 1609 e 1612.
Encontrado em «Rare Book Society of India»
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Quem sabe por onde vai
leva sua conta feita,
nunca do caminho sai,
nunca olha a quem diz: «tomai
à esquerda ou à direita.»
Francisco Sá de Miranda (1481?-1558)
in «Sá de Miranda, poesia e teatro», p. 101, Biblioteca Ulisseia de autores portugueses.
nunca do caminho sai,
nunca olha a quem diz: «tomai
à esquerda ou à direita.»
Francisco Sá de Miranda (1481?-1558)
in «Sá de Miranda, poesia e teatro», p. 101, Biblioteca Ulisseia de autores portugueses.
quinta-feira, 2 de março de 2017
Herma

Pilar de pedra encontrado em 1825. Cópia romana de uma obra de Polieucto, cerca de 280 a.C. Glipoteca (Museu de Esculturas) de Munique.
Fotografia na Wikipedia:
Herma Demosthenes Glyptothek Munich 292.jpg
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Vitas - Regato ondulante
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Mãe dos Exílios
O Novo Colosso
Com pernas abertas e conquistadoras a abarcar a terra
Aqui nos nossos portões banhados pelo mar e dourados pelo sol, se erguerá
Uma mulher poderosa, com uma tocha cuja chama
É o relâmpago aprisionado e seu nome
Mãe dos Exílios. Do farol de sua mão
Brilha um acolhedor abraço universal; Os seus suaves olhos
Comandam o porto unido por pontes que enquadram cidades gémeas.
"Mantenham antigas terras a sua pompa histórica!" grita ela
Com lábios silenciosos "Dai-me os vossos fatigados, os vossos pobres,
As vossas massas encurraladas ansiosas por respirar liberdade
O miserável refugo das vossas costas apinhadas.
Mandai-me os sem abrigo, os arremessados pelas tempestades,
Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado."
Emma Lazarus, 1883
Poema escrito para angariar fundos para a construção do pedestal da Estátua da Liberdade.
A fotografia (Nova York - Por dentro da Estátua da Liberdade) encontrei-a aqui.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
terça-feira, 13 de setembro de 2016
amizade perpétua
Gazeta de Lisboa occidental, num. 29, 337, quinta-feira, 21 de Julho de 1740,
Italia, Napoles, 14 de Junho
Com a chegada de um correio extraordinário de Constantinopla se recebeu aviso que Monsenhor Finochetti, ministro desta Corte, tem acabado de ajustar entre este Reino e o Império Otomano, um tratado de amizade, comércio e navegação, pelo qual se comprometem ambas as partes de observarem uma paz e amizade perpétua entre as duas nações, as quais poderão comerciar livremente (...) link: carregar aqui
Italia, Napoles, 14 de Junho
Com a chegada de um correio extraordinário de Constantinopla se recebeu aviso que Monsenhor Finochetti, ministro desta Corte, tem acabado de ajustar entre este Reino e o Império Otomano, um tratado de amizade, comércio e navegação, pelo qual se comprometem ambas as partes de observarem uma paz e amizade perpétua entre as duas nações, as quais poderão comerciar livremente (...) link: carregar aqui
palavras-chave:
cultura,
diversidade,
educação,
estados de espírito,
estilos de vida,
histórias,
ideias,
leitura,
ler,
linguagem,
movimento,
trabalho,
viajar
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
vocação, sonho, realidade
Esta imagem é de uma colecção de cromos (do início do séc. XX) que está provisoriamente em leilão na internet. Deixo o link aqui, embora provavelmente desapareça em breve.
palavras-chave:
brincar,
crianças,
cultura,
diversidade,
educação,
estados de espírito,
estilos de vida,
homens,
ideias,
natureza,
previsões,
realidade,
sonho,
tempo,
viajar,
vida
quarta-feira, 23 de março de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
sábado, 5 de março de 2016
Ligação aérea Vila Nova de Milfontes - Macau. 1924
«A 7 de Abril de 1924 Brito Paes, Sarmento de Beires e Manuel Gouveia, partiram para a ligação aérea Portugal / Macau. A iniciativa arrancou de Vila Nova de Milfontes, a bordo de um avião designado por Pátria.»
terça-feira, 1 de março de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
bruxelenses
Levantei-me então. Os viajantes queixam-se dos hotéis estrangeiros, da nudez dos quartos que se encontram e da falta de conforto; o meu pareceu-me soberbo e muito alegre. Tinha magnificas janelas, com grandes vidros, tão limpos e tão claros! Havia um lindo espelho sobre um toucador, outro, enorme, sobre a chaminé! O chão era tão brilhante! Saí do quarto logo que me vesti; os degraus da escada, todos de mármore, quase me inspiravam respeito. No primeiro andar encontrei uma criada; calçava tamancos, vestia um saiote vermelho muito curto, uma camisa de chita, possuía cara chata e um ar estúpido; falei-lhe em francês, respondeu-me em flamengo num tom rude mas correcto. Mas achei-a encantadora; não era, por certo, nem amável nem bonita, era pitoresca; lembrava-me certas figuras dos quadros holandeses que vira, outrora, em casa do meu tio Seacombe.
Entrei numa grande sala que me pareceu majestosa; o ladrilho era preto, assim como o fogão e quase todos os móveis; nunca me sentira tão disposto para a alegria como quando me sentei diante daquela mesa preta, coberta até meio com uma toalha, branca como uma mortalha, servindo-me do café que me trouxeram numa pequena cafeteira também preta. O fogão entristecer outros olhos que não fossem os meus, pela sua cor, mas espalhava um calor reconfortante. Dois cavalheiros estavam sentados perto dele e conversavam; impossível compreendê-los, de tal modo falavam com rapidez: no entanto, o francês, na sua boca, tinha, aos meus ouvidos, sons cheios de harmonia (não sentia ainda tudo o que tem de pavoroso a horrível pronúncia belga). Um daqueles senhores reconheceu imediatamente a que nação eu pertencia, provavelmente pelas palavras que disse ao criado, pois, ainda que inutilmente, eu persistia em falar francês com a execrável pronúncia do sul da Inglaterra. O senhor em questão, depois de me ter fixado uma ou duas vezes, chegou-se polidamente e dirigiu-me a palavra em inglês. Eu daria bastante para me exprimir em francês com a mesma facilidade. A sua frase correcta e fácil, a sua excelente pronúncia, fizeram nascer no meu espírito uma ideia bastante justa do carácter cosmopolita da capital da Bélgica, e, pela primeira vez, tive a evidência da aptidão para as línguas que reconheci, mais tarde, em quase todos os bruxelenses.
Charlotte Brontë, O Professor, p.75 e 76, Inquérito, Lisboa.
Entrei numa grande sala que me pareceu majestosa; o ladrilho era preto, assim como o fogão e quase todos os móveis; nunca me sentira tão disposto para a alegria como quando me sentei diante daquela mesa preta, coberta até meio com uma toalha, branca como uma mortalha, servindo-me do café que me trouxeram numa pequena cafeteira também preta. O fogão entristecer outros olhos que não fossem os meus, pela sua cor, mas espalhava um calor reconfortante. Dois cavalheiros estavam sentados perto dele e conversavam; impossível compreendê-los, de tal modo falavam com rapidez: no entanto, o francês, na sua boca, tinha, aos meus ouvidos, sons cheios de harmonia (não sentia ainda tudo o que tem de pavoroso a horrível pronúncia belga). Um daqueles senhores reconheceu imediatamente a que nação eu pertencia, provavelmente pelas palavras que disse ao criado, pois, ainda que inutilmente, eu persistia em falar francês com a execrável pronúncia do sul da Inglaterra. O senhor em questão, depois de me ter fixado uma ou duas vezes, chegou-se polidamente e dirigiu-me a palavra em inglês. Eu daria bastante para me exprimir em francês com a mesma facilidade. A sua frase correcta e fácil, a sua excelente pronúncia, fizeram nascer no meu espírito uma ideia bastante justa do carácter cosmopolita da capital da Bélgica, e, pela primeira vez, tive a evidência da aptidão para as línguas que reconheci, mais tarde, em quase todos os bruxelenses.
Charlotte Brontë, O Professor, p.75 e 76, Inquérito, Lisboa.
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